<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Gapo - Cursos Gapo</title>
	<atom:link href="https://www.cursosgapo.com.br/category/gapo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cursosgapo.com.br/category/gapo/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 06 Sep 2022 12:01:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://www.cursosgapo.com.br/wp-content/uploads/2019/08/cropped-Favicon-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Gapo - Cursos Gapo</title>
	<link>https://www.cursosgapo.com.br/category/gapo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>ARTIGO &#8211; Expansão Rápida da Maxila Assistida com Mini-Implantes (MARPE) em Adultos.</title>
		<link>https://www.cursosgapo.com.br/artigo-expansao-rapida-da-maxila-assistida-com-mini-implantes-marpe-em-adultos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cursos Gapo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2020 17:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gapo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cursosgapo.com.br/?p=3780</guid>

					<description><![CDATA[<p>FAÇA O DOWNLOAD DO ARTIGO COMPLETO AQUI!</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/artigo-expansao-rapida-da-maxila-assistida-com-mini-implantes-marpe-em-adultos/">ARTIGO &#8211; Expansão Rápida da Maxila Assistida com Mini-Implantes (MARPE) em Adultos.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="pl-3780"  class="panel-layout" ><div id="pg-3780-0"  class="panel-grid panel-has-style" ><div class="divider-no-animation tablet-default mobile-1-in-row desktop-default panel-row-style panel-row-style-for-3780-0" ><div id="pgc-3780-0-0"  class="panel-grid-cell" ><div id="panel-3780-0-0-0" class="so-panel widget widget_sow-image panel-first-child panel-last-child" data-index="0" ><div class="orion default panel-widget-style panel-widget-style-for-3780-0-0-0" ><div
			
			class="so-widget-sow-image so-widget-sow-image-default-e8513d21b1d5-3780"
			
		>

<div class="sow-image-container">
		<img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.cursosgapo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Expansão-rapida-da-maxila-assistida-com-Mini-implantes-Parte-1-1.png" width="1933" height="1648" srcset="https://www.cursosgapo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Expansão-rapida-da-maxila-assistida-com-Mini-implantes-Parte-1-1.png 1933w, https://www.cursosgapo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Expansão-rapida-da-maxila-assistida-com-Mini-implantes-Parte-1-1-300x256.png 300w, https://www.cursosgapo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Expansão-rapida-da-maxila-assistida-com-Mini-implantes-Parte-1-1-768x655.png 768w, https://www.cursosgapo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Expansão-rapida-da-maxila-assistida-com-Mini-implantes-Parte-1-1-1024x873.png 1024w, https://www.cursosgapo.com.br/wp-content/uploads/2020/02/Expansão-rapida-da-maxila-assistida-com-Mini-implantes-Parte-1-1-750x639.png 750w" sizes="(max-width: 1933px) 100vw, 1933px" title="Expansão rapida da maxila assistida com Mini-implantes Parte 1-1" alt="" 		class="so-widget-image"/>
	</div>

</div></div></div></div></div></div><div id="pg-3780-1"  class="panel-grid panel-has-style" ><div class="divider-no-animation tablet-default mobile-1-in-row desktop-default panel-row-style panel-row-style-for-3780-1" ><div id="pgc-3780-1-0"  class="panel-grid-cell" ><div id="panel-3780-1-0-0" class="so-panel widget widget_orion_empty_space_w panel-first-child" data-index="1" ><div class="orion default panel-widget-style panel-widget-style-for-3780-1-0-0" ><div
			
			class="so-widget-orion_empty_space_w so-widget-orion_empty_space_w-base"
			
		>	<div class="row empty-space visible-lg visible-md visible-sm visible-xs" style="height:24px;">
	</div></div></div></div><div id="panel-3780-1-0-1" class="so-panel widget widget_sow-button" data-index="2" ><div class="orion default panel-widget-style panel-widget-style-for-3780-1-0-1" ><div
			
			class="so-widget-sow-button so-widget-sow-button-flat-1e03310fc015-3780"
			
		><div class="ow-button-base ow-button-align-center">
			<a
					href="https://drive.google.com/file/d/1Ei6_k396VwE8u1banXIIGolrOzyA1puJ/view?usp=sharing"
					class="sowb-button ow-icon-placement-left ow-button-hover" 	>
		<span>
			
			FAÇA O DOWNLOAD DO ARTIGO COMPLETO AQUI!		</span>
			</a>
	</div>
</div></div></div><div id="panel-3780-1-0-2" class="so-panel widget widget_orion_empty_space_w panel-last-child" data-index="3" ><div class="orion default panel-widget-style panel-widget-style-for-3780-1-0-2" ><div
			
			class="so-widget-orion_empty_space_w so-widget-orion_empty_space_w-base"
			
		>	<div class="row empty-space visible-lg visible-md visible-sm visible-xs" style="height:24px;">
	</div></div></div></div></div></div></div></div><p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/artigo-expansao-rapida-da-maxila-assistida-com-mini-implantes-marpe-em-adultos/">ARTIGO &#8211; Expansão Rápida da Maxila Assistida com Mini-Implantes (MARPE) em Adultos.</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cimento PBS®: alternativa para tratamento de raízes dentárias condenadas</title>
		<link>https://www.cursosgapo.com.br/cimento-pbs-alternativa-para-tratamento-de-raizes-dentarias-condenadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cursos Gapo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2015 16:22:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gapo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cursosgapo.com.br/?p=3294</guid>

					<description><![CDATA[<p>A endodontia é a especialidade da odontologia que nesta última década, evoluiu 100 anos em 10. Várias inovações entraram em nosso arsenal. Desde tecnologias em instrumentação motorizada com movimentos rotacionais e reciprocantes, utilização de instrumentos de níquel e titânio com tratamentos térmicos, localizadores de forame eletrônicos que determinam o comprimento de trabalho para a instrumentação,</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/cimento-pbs-alternativa-para-tratamento-de-raizes-dentarias-condenadas/">Cimento PBS®: alternativa para tratamento de raízes dentárias condenadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A endodontia é a especialidade da odontologia que nesta última década, evoluiu 100 anos em 10. Várias inovações entraram em nosso arsenal. Desde tecnologias em instrumentação motorizada com movimentos rotacionais e reciprocantes, utilização de instrumentos de níquel e titânio com tratamentos térmicos, localizadores de forame eletrônicos que determinam o comprimento de trabalho para a instrumentação, medicação inespecífica a base de hidróxido de cálcio para casos de necrose, obturações com onda contínua de calor também através de aparelhos eletrônicos. Entretanto, o fantasma das perfurações radiculares continuava assombrando os endodontistas!</p>
<p>O advento dos cimentos biológicos determinou a implantação de uma nova era na endodontia. É importante compreender que estes cimentos são alternativas biocompatíveis e eficientes para serem usados em casos não convencionais. O que seria não convencional: qualquer perfuração na área perirradicular; perfuração de furca, zips (desvios da luz do canal com perfuração lateral), arrombamento de forame, rizogênese incompleta, capeamento pulpar direto, pulpotomias, trincas radiculares causadas por trauma, retroobturações e casos de destruição grande da dentina; utiliza-se estes cimentos como base para restauração. O termo biodentina também é palavra chave para definir os cimentos não convencionais.</p>
<p>A origem dos cimentos biológicos é algo que necessita ser desmistificado. A base destes cimentos é o cimento Portland utilizado na construção civil, que tem como matéria prima o calcário. O primeiro cimento biológico a surgir na odontologia foi o MTA (agregado, trióxido, mineral) cimento composto por cimento portland comum acrescido de óxido de bismuto, agente radiopacificador. As marcas comerciais deste cimento são: Pro Root Dentsply®e MTA Ângelus®. Ambos têm a desvantagem do custo ser alto, como também a presença do óxido de bismuto que confere ao cimento radiopacidade, no entanto deixa o cimento friável e com baixa resistência à compressão.</p>
<p>A odontologia está se enquadrando a nível de pesquisa científica, quebrando o paradigma de ser somente profissionalizante. Estudos recentes determinaram desenvolvimento de cimento biológico com a mesma base do MTA, no entanto, com o acréscimo de aditivos (elementos naturais responsáveis pelo aumento da resistência do cimento) e sem radiopacificador, elemento que interfere na propriedade resistência do cimento, requisito importante devido à necessidade de resistência às forças mastigatórias. Este cimento foi patenteado e seu nome é: cimento PBS® (Pozolana, Biológico, Silva).</p>
<p>Desenvolveu-se inicialmente modelo experimental para avaliar a ação biológica reparadora deste cimento, em lesões de furca experimentais, em dentes de cães SILVA NETO JD et al.,2010. Este estudo calibrou instrumentos para realização de trabalho maior para definir a capacidade regeneradora do cimento PBS® em lesão de furca SILVA NETO JD et al.,2012. A partir daí, desenvolveu-se possibilidade de realização de estudos clínicos com finalidade de avaliação da regeneração de dentes submetidos a cirurgia parendodôntica, retroobturados com cimento MTA Ângelus e cimento PBS® SILVA SR et al.,2015 e SILVA SR et al.,2016. Os resultados demonstraram que o uso clínico do cimento PBS® é viável porque produz a regeneração óssea e das estruturas de ligamento periodontal, além de ter resistência devido à presença de aditivos, que se mantém a longo prazo devido à ausência em sua composição de radiopacificador.</p>
<p>Nossa linha de pesquisa está definida e produzindo através dos estudos dos alunos de cursos de especialização de endodontia e mestrado profissional.</p>
<p>Para maiores informações deixamos nossos e-mails:</p>
<p>jdendod@yahoo.com.br Prof. José Dias da Silva Neto</p>
<p>sousrs@yahoo.com.br Prof. Sérgio Ribeiro da Silva</p>
<p><em><strong>Referências:</strong></em></p>
<p><em>Silva Neto JD, Brito RH, Schnaider TB, Gragnani A, Engelman M, Ferreira LM (2010). Root perforations treatment using mineral trioxide aggregate and Portland cements. Acta Cir Bras 25:479-484.</em></p>
<p><em>Silva Neto JD, Schnaider TB, Gragnani A, Paiva AP, Novo NF, Ferreira LM (2012). Portland cement with additives in the repair of furcation perforations in dogs. Acta Cir Bras.27:809-814.</em></p>
<p><em>Silva SR, Silva Neto JD, Novo NF, Veiga DF, Schnaider T, Ferreira LM. Portland cement versus MTA as a root-end filling material. A pilot study Acta Cir Bras 2015;30(02):160-164.</em></p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/cimento-pbs-alternativa-para-tratamento-de-raizes-dentarias-condenadas/">Cimento PBS®: alternativa para tratamento de raízes dentárias condenadas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Endodontia não é somente instrumentação</title>
		<link>https://www.cursosgapo.com.br/endodontia-nao-e-somente-instrumentacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cursos Gapo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2015 15:38:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gapo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cursosgapo.com.br/?p=3290</guid>

					<description><![CDATA[<p>A nova era da endodontia definiu um padrão importante em relação à tecnologia. Atualmente ninguém quer trabalhar com instrumentação que não seja mecanizada. Tudo bem! Concordo! Eu também não quero! No entanto, o grande problema é: endodontia não é somente instrumentação! Principalmente em casos de necrose, é tão importante o trabalho químico auxiliar quanto à</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/endodontia-nao-e-somente-instrumentacao/">Endodontia não é somente instrumentação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova era da endodontia definiu um padrão importante em relação à tecnologia. Atualmente ninguém quer trabalhar com instrumentação que não seja mecanizada. Tudo bem! Concordo! Eu também não quero!</p>
<p>No entanto, o grande problema é: endodontia não é somente instrumentação!</p>
<p>Principalmente em casos de necrose, é tão importante o trabalho químico auxiliar quanto à instrumentação mecanizada. É importante definir-se bem: substância irrigadora também pode ser química auxiliar. Apesar de haver divulgação da utilização de substâncias bactericidas como o digluconato de clorexidina, nada é tão eficaz quanto o hipoclorito de sódio. Logicamente que com porcentagem de, no mínimo 2,5%. Ideal mesmo é de 5,25%. Qual o motivo? Além da ação bactericida, ainda mais importante é a ação de degradação da matéria orgânica no endodonto, realizada pelo hipoclorito de sódio durante a instrumentação como substância irrigante e ao final do controle, a toilete final onde ele atua como substância química auxiliar.</p>
<p>Outra questão de relevância é a utilização do ácido etileno diamino tetracético tensoativo – EDTA T, Fórmula e Ação® &#8211; substância química auxiliar que, na toilete final remove matéria inorgânica. A soma das duas substâncias potencializadas pela ação de vibração ultra sônica determinam uma correta preparação para a fase de ação de difusibilidade iônica do paramonoclorofenolato de cálcio. Radical que difunde por entre os canalículos dentinários, degrada a proliferação microbiana na estrutura do corpo de dentina. Quando falamos em matéria orgânica e inorgânica estamos indiretamente citando a lama dentinária que: somente com a ação destes produtos será removida. Caso isto não aconteça, haverá deficiência na ação da barreira física e química que ficará no endodonto entre sessões. Esta barreira que estou me referindo é uma pasta que contém dentre outros componentes, o hidróxido de cálcio e também o paramonoclorofenol canforado. Cito uma marca comercial consagrada: Callen PMCC.</p>
<p>Não podemos negligenciar ao paciente conhecimento científico e o nosso coeficiente de preocupação endodôntico tem que ser zero! Por isso, além da tecnologia, precisamos da ciência e do bom senso.</p>
<p>Para maiores informações deixamos nossos e-mails:</p>
<p>jdendod@yahoo.com.br Prof. José Dias da Silva Neto</p>
<p>sousrs@yahoo.com.br Prof. Sérgio Ribeiro da Silva</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>Referências:</strong></em></p>
<p><em>Silva Neto JD, Brito RH, Schnaider TB, Gragnani A, Engelman M, Ferreira LM (2010). Root perforations treatment using mineral trioxide aggregate and Portland cements. Acta Cir Bras 25:479-484.</em></p>
<p><em>Silva Neto JD, Schnaider TB, Gragnani A, Paiva AP, Novo NF, Ferreira LM (2012). Portland cement with additives in the repair of furcation perforations in dogs. Acta Cir Bras.27:809-814.</em></p>
<p><em>Silva SR, Silva Neto JD, Novo NF, Veiga DF, Schnaider T, Ferreira LM. Portland cement versus MTA as a root-end filling material. A pilot study Acta Cir Bras 2015;30(02):160-164.</em></p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/endodontia-nao-e-somente-instrumentacao/">Endodontia não é somente instrumentação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inovações tecnológicas: NiTi na endodontia</title>
		<link>https://www.cursosgapo.com.br/inovacoes-tecnologicas-niti-na-endodontia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cursos Gapo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2015 15:40:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gapo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cursosgapo.com.br/?p=3288</guid>

					<description><![CDATA[<p>A endodontia é a especialidade da odontologia que tem maior envolvimento com mistificações. Uma das causas deste contexto é o fato da especialidade ter passado praticamente um século sem inovações tecnológicas. No entanto, a partir da década de 90 do século passado, o advento do NiTi (Níquel e Titânio) fundamentou um despertar inovador que derrubou</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/inovacoes-tecnologicas-niti-na-endodontia/">Inovações tecnológicas: NiTi na endodontia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A endodontia é a especialidade da odontologia que tem maior envolvimento com mistificações. Uma das causas deste contexto é o fato da especialidade ter passado praticamente um século sem inovações tecnológicas. No entanto, a partir da década de 90 do século passado, o advento do NiTi (Níquel e Titânio) fundamentou um despertar inovador que derrubou os paradigmas do passado. Para compreendermos este fato é importante dividir o advento NiTi em gerações.</p>
<p>A primeira geração foi de limas manuais que eram utilizadas com movimentos de limagem convencionais e não resolveu o grande problema da endodontia da década de 90. Em meados desta década os instrumentos de NiTi começaram a ser utilizados em motores de baixa velocidade e baixo torque e as séries de instrumentos eram grandes devido à conicidade baixa das limas que eram muito parecidas com as limas manuais de aço inox austenítico. Esta foi a segunda geração de NiTi.</p>
<p>Já no novo século, o Prof. Cliff Rudolf idealizou o sistema Protaper de maior conicidade que reduziu o número de limas rotatórias a serem usadas em uma , pela metade. Chamaremos neste texto estes sistemas de terceira geração do NiTi. A partir daí o aprimoramento tecnológico nos levou ao movimento reciprocante que de início, virou febre por diminuir a fadiga da lima. Os sistemas utilizaram também limas tratadas termicamente e o NiTi virou M Wire. Esta foi a quarta geração NiTi.</p>
<p>O aprimoramento continuou e em 2014/2015 o tratamento térmico evoluiu deixando o NiTi mais resistente e mais maleável. Tratamento feito pela marca Easy equipamentos odontológicos, chamado CM. Além dos instrumentos desta marca poderem ser usados como reciprocantes e rotatórios, o design das limas também evoluiu e o instrumento passou a ser híbrido; broca e fresa ao mesmo tempo. Sistema Prodesign S, Logic, Prodesign R. Estes são instrumentos de NiTi de quinta geração. O Brasil de muitas críticas é pioneiro em endodontia.</p>
<p>Para maiores informações deixamos nossos e-mails:</p>
<p>jdendod@yahoo.com.br Prof. José Dias da Silva Neto</p>
<p>sousrs@yahoo.com.br Prof. Sérgio Ribeiro da Silva</p>
<p><em><strong>Referências:</strong></em></p>
<p><em>Silva Neto JD, Brito RH, Schnaider TB, Gragnani A, Engelman M, Ferreira LM (2010). Root perforations treatment using mineral trioxide aggregate and Portland cements. Acta Cir Bras 25:479-484.</em></p>
<p><em>Silva Neto JD, Schnaider TB, Gragnani A, Paiva AP, Novo NF, Ferreira LM (2012). Portland cement with additives in the repair of furcation perforations in dogs. Acta Cir Bras.27:809-814.</em></p>
<p><em>Silva SR, Silva Neto JD, Novo NF, Veiga DF, Schnaider T, Ferreira LM. Portland cement versus MTA as a root-end filling material. A pilot study Acta Cir Bras 2015;30(02):160-164.</em></p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/inovacoes-tecnologicas-niti-na-endodontia/">Inovações tecnológicas: NiTi na endodontia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Biblioteca Virtual</title>
		<link>https://www.cursosgapo.com.br/biblioteca-virtual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cursos Gapo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2015 15:41:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gapo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cursosgapo.com.br/?p=3284</guid>

					<description><![CDATA[<p>» American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics » Angle Orthodontist Online » Biblioteca Virtual Em Saúde » Bliblioteca Digital Da UNICAMP » Brazilian Oral Research » Cochrane BVS » Dental Press Journal » Descritores Em Ciências De Saúde » European Journal Of Orthodontics » Free Books » Google Acadêmico » Innovations Implant Journal » Instruções Para</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/biblioteca-virtual/">Biblioteca Virtual</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.angle.org/">» </a><a href="http://www.ajodo.org/">American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics</a></div>
<div><a href="http://www.angle.org/">» Angle Orthodontist Online</a><br />
<a href="http://regional.bvsalud.org/php/index.php">» Biblioteca Virtual Em Saúde</a></div>
<div><a href="http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/">» Bliblioteca Digital Da UNICAMP</a></div>
<div><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issues&amp;pid=1806-8324&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">» Brazilian Oral Research</a><br />
<a href="http://cochrane.bvsalud.org/portal/php/index.php?lang=pt">» Cochrane BVS</a><br />
<a href="https://www.scielo.br/j/dpjo/grid">» Dental Press Journal</a></div>
<div><a href="http://decs.bvs.br/cgi-bin/wxis1660.exe/decsserver/?IsisScript=../cgi-bin/decsserver/decsserver.xis&amp;interface_language=p&amp;previous_page=homepage&amp;previous_task=NULL&amp;task=start">» Descritores Em Ciências De Saúde</a></div>
<div><a href="http://ejo.oxfordjournals.org/content/supplemental">» European Journal Of Orthodontics</a></div>
<div><a href="https://archive.org/details/texts">» Free Books</a><br />
<a href="https://archive.org/details/texts">» </a><a href="https://scholar.google.com.br/">Google Acadêmico</a></div>
<div><a href="http://www.innovationsjournal.com.br/">» Innovations Implant Journal</a></div>
<div><a href="http://www.ufpi.br/bccb/index/pagina/id/3958">» Instruções Para A Elaboração De Ficha Catalográfica</a></div>
<div><a href="http://www.nature.com/ijos/index.html">» International Journal Of Oral Science </a></div>
<div><a href="http://www.kjo.or.kr/">» Korean Journal Of Orthodontics</a></div>
<div><a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/">» NIH Public Acess</a></div>
<div><a href="http://site.ufvjm.edu.br/revistamultidisciplinar/files/2011/09/NBR_14724_atualizada_abr_2011.pdf">» Norma Para Confecção De Monografia &#8211; NBR 14724 &#8211; 2011</a></div>
<div><a href="http://www.periodicos.capes.gov.br/">» Portal Capes</a></div>
<div><a href="https://www.scielo.br/j/dpress/grid">» Revista Dental Press De Ortodontia E Ortopedia Facial</a></div>
<div><a href="http://www.scielo.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/?IsisScript=iah/iah.xis&amp;base=article%5Edlibrary&amp;fmt=iso.pft&amp;lang=i">» Scielo &#8211; Scientific Electronic Library Online</a></div>
<div><a href="http://www.sciencedirect.com/">» Sciencedirect</a></div>
<div><a href="http://www.jaypeejournals.com/eJournals/IssueDetails.aspx?Value=23">» The Journal Of Indian Orthodontic Society</a></div>
<div><a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/journals/688/">» The Open Dentistry Journal</a></div>
<div><a href="http://orthocj.com/category/journal/">» The Orthodontic Cyberjournal</a></div>
<div><a href="http://www.vjo.it/#">» Virtual Journal Of Orthodontics</a></div>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/biblioteca-virtual/">Biblioteca Virtual</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Um alerta aos profissionais: os dez mandamentos da documentação</title>
		<link>https://www.cursosgapo.com.br/um-alerta-aos-profissionais-os-dez-mandamentos-da-documentacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cursos Gapo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 14:48:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gapo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cursosgapo.com.br/?p=3282</guid>

					<description><![CDATA[<p>Moacyr da Silva Professor titular de Odontologia Legal da Universidade de São Paulo; Coordenador do curso de pós-graduação em Deontologia e Odontologia Legal da FOUSP. Em função da responsabilidade do cirurgião dentista, existem normas éticas e legais que o orientam no exercício de sua profissão. Dentre elas, as que dizem respeito à elaboração de receitas</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/um-alerta-aos-profissionais-os-dez-mandamentos-da-documentacao/">Um alerta aos profissionais: os dez mandamentos da documentação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>Moacyr da Silva</strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Professor titular de Odontologia Legal da Universidade de São Paulo; Coordenador do curso de pós-graduação em Deontologia e Odontologia Legal da FOUSP.</em></p>
<p>Em função da responsabilidade do cirurgião dentista, existem normas éticas e legais que o orientam no exercício de sua profissão. Dentre elas, as que dizem respeito à elaboração de receitas e atestados, ao preenchimento da ficha clínica, entre outras, demonstram a necessidade de haver um cuidado especial com a sua documentação em um tríplice aspecto: clínico, administrativo e legal, como chamam a atenção Ramos e Calvielli (1991). No aspecto clínico, a formação profissional e a vasta literatura odontológica oferecem os subsídios necessários para a elaboração dessa documentação; já quanto aos aspectos administrativos e legais, a documentação de todas as fases da atuação profissional é de suma importância e está intimamente relacionada com o aspecto clínico, podendo a falta ou falha dessa documentação comprometer a sua validade sob o aspecto legal.</p>
<p>É por essa razão que sugerimos que essa documentação passe a revestir-se das características de um prontuário, apto a desempenhar as funções acima referidas. O primeiro passo para a construção desse prontuário é o registro da anamnese. Para que o cirurgião-dentista, do ponto de vista jurídico, possa prevenir-se contra algum problema que diga respeito à documentação que deve manipular, em seu consultório, os dez cuidados principais são:</p>
<p><em>1-Registro da anamnese</em></p>
<p>Visando o desenvolvimento de um trabalho odontológico adequado, é necessário que o cirurgião-dentista conheça o estado geral do paciente, pois qualquer alteração na saúde deste implicará, de alguma forma, no bom resultado do tratamento, pois não podemos conceber a saúde bucal separada da saúde geral.<br />
Para contornar eventuais problemas que possam surgir, é necessária a aplicação de um questionário, que deverá ser respondido e preenchido pelo próprio paciente o que, posteriormente, será aprofundado pelo cirurgião-dentista (não esquecer que o paciente ou o responsável deve assinar o documento).</p>
<p><em>2-Ficha clínica</em></p>
<p>A ficha clínica é um importante subsídio para o reconhecimento de pessoas vitimadas por catástrofes em que não podem contar com outros meios de reconhecimento, como também, para o cirurgião-dentista, quando chamado a colaborar com a justiça, poder apresentar esse documento que será confrontado com as condições bucais encontradas em corpos ou restos mortais submetidos a processos de identificação.</p>
<p><em>3 – Plano de tratamento</em></p>
<p>Para definir as consequências das fases de diagnóstico, terapêutica e prognóstico não deve utilizar o termo &#8220;orçamento&#8221; para os trabalhos a serem prestados na área da saúde, tendo em vista a imprevisibilidade da resposta biológica do paciente. Por essa razão é preferível utilizar a expressão &#8220;plano de tratamento&#8221;, que permite a modificação do plano inicial, quando necessário.<br />
Tendo em vista que, em decorrência da possibilidade de efetivação de serviços odontológicos, com diferentes tipos de tratamentos e técnicas e cientificamente mais ou menos adequados, sugerimos, também, que no plano de tratamento sejam anotadas as alternativas para a realização de alguns procedimentos, para que o profissional possa resgatar as condições em que o tratamento foi realizado. É recomendável a discussão sobre as diferentes alternativas de tratamentos a serem oferecidas para que o paciente participe da escolha de melhor opção.<br />
Além das anotações relativas ao estado do paciente, anterior ao tratamento, a ficha clínica deve refletir os atos clínicos realizados e materiais utilizados, as ocorrências detalhadas, como falta de colaboração, condições de higienização e outras que possam interferir no resultado esperado pelo paciente ou pelo profissional, porque poderão corroborar as alegações do profissional quanto à responsabilidade do paciente na não-obtenção de determinado resultado.</p>
<p>OBS: Devem ser explicitadas todas as alternativas sendo que o paciente ou o responsável colocará sua assinatura na alternativa com a qual concordar.</p>
<p><em>4 – Receitas</em></p>
<p>As receitas serão analisadas como um documento odonto-legal que terá sua cópia anexada ao prontuário do paciente.<br />
O Código de Ética Odontológica (CEO) define as informações obrigatórias e as facultativas a serem inseridas no papel receituário. De acordo com os artigos 29 e 30 do CEO, essas informações restringir-se-ão a:</p>
<p>a) o nome do profissional;<br />
b) a profissão;<br />
c) o número de inscrição no CRO;</p>
<p>Parágrafo único. Poderão ainda constar:</p>
<p>I – as especialidades nas quais o cirurgião-dentista esteja inscrito;<br />
II – os títulos de formação acadêmica strictu sensu e do magistério relativos à profissão;<br />
III – endereço, telefone, fax, endereço eletrônico, horário de trabalho, convênios e credenciamentos;<br />
IV – instalações, equipamentos e técnicas de tratamento;<br />
V – logomarca e/ou logotipo;<br />
VI – a expressão CLÍNICO GERAL, pelos profissionais que exerçam atividades pertinentes à Odontologia, decorrentes de conhecimentos adquiridos em curso de graduação.</p>
<p>Ainda achamos por bem que o profissional, além dos dados acima, inclua no receituário os relativos a outras inscrições, como:</p>
<p>CPF – Cadastro de Pessoa Física da Receita Federal.<br />
CCM – Inscrição de Contribuinte do Cadastro Mobiliário (Prefeitura).<br />
INSS – Inscrição no Instituto Nacional de Seguridade Social.</p>
<p><em>5 – Atestados odontológicos</em></p>
<p>Como os atestados constituem documentos legais e, para que não surjam problemas na Justiça, o cirurgião-dentista deve tomar alguns cuidados com a sua redação e quanto a oportunidade de oferecê-lo.</p>
<p>Vamos nos ater, agora, ao modus faciendi do papel receituário:</p>
<p>A primeira parte de um atestado é constituída pela qualificação do profissional, que faz parte do impresso (papel receituário) no qual vai redigir o atestado.<br />
Na segunda parte virão a qualificação do paciente, sua identificação e a finalidade a que se destina, tais como fins trabalhistas, escolares, esportivos ou militares (e nunca para os devidos fins), podendo ser incluída a informação de que foi formulado o pedido do interessado.<br />
Na terceira parte, o cirurgiã-dentista declarará que o paciente esteve sob seus cuidados profissionais, sem especificar a natureza do atendimento (quando exigida a sua natureza o profissional deve valer-se do Código Internacional de Doenças, cujos códigos de interesse para a odontologia encontram-se especificados), seguindo-se uma breve conclusão relativa às suas consequências (impossibilidade de comparecer ao trabalho; que esteve sob seus cuidados profissionais de tal hora a tal hora , ou então, que o mesmo deve guardar repouso por tanto tempo, quando necessário). O profissional deve ficar atento ao fato de que sua informação deve ser verídica, caso contrário poderá sofrer a imputação da falsidade ideológica, crime previsto no artigo 299 do Código Penal.</p>
<p><em>6 – Modelos</em></p>
<p>Além da função odontológica, os modelos podem constituir elementos de prova judicial. Como é difícil arquivar todos os modelos de próteses ou outros serviços odontológicos, recomenda-se a guarda, pelo menos, dos casos mais complicados, retirando-se uma xerox do modelo em gesso dos demais casos e anexando-a ao prontuário do paciente.</p>
<p><em>7 – Radiografias</em></p>
<p>É um material bastante disponível nos consultórios odontológicos, porém nem sempre arquivado adequadamente, pois, constantemente, ao serem requisitadas pelos peritos ou assistentes técnicos ou mesmo quando necessária a sua juntada para corroborar as alegações do cirurgião-dentista, este não as encontra no seu arquivo, porque &#8220;estão soltas dentro da gaveta do arquivo&#8221; e ele não pode precisar a quem pertencem ou porque não foram reveladas e fixadas adequadamente, tornando-se imprestáveis para esse fim.<br />
As radiografias são, na maioria das vezes, importantes matérias de prova. Por isso chamamos a atenção dos profissionais para a necessidade de adotarem o sistema de duplicação das mesmas, preventivamente, ou na eventualidade de serem requisitadas pela justiça ou quando pedidas pelo paciente, fazendo a entrega da cópia, uma vez que representam o embasamento de atos operacionais realizadas pelo profissional.</p>
<p><em>8 – Orientação para o pós-operatório</em></p>
<p>Representam provas sobre o dever de cuidado. Podem ser elaboradas em impressos próprios ou não, sendo importante que sejam entregues mediante assinatura de recebimento, na cópia ou em livro de protocolo.</p>
<p><em>9 – Orientação sobre higienização</em></p>
<p>Também representam provas sobre o dever do cuidado. Podem ser elaboradas em impressos próprios ou não, sendo importante que sejam entregues mediante assinatura de recebimento, na cópia ou em livro de protocolo.</p>
<p><em>10 – Abandono do tratamento pelo paciente</em></p>
<p>O abandono do tratamento pelo paciente necessita ficar comprovado, com vistas à responsabilidade profissional. Na ocorrência de faltas ou quando o paciente deixa de agendar consultas programadas para a continuidade do tratamento, o cirurgião-dentista deve acautelar-se, expedindo correspondência registrada ( com aviso de recebimento) em que solicita o seu pronunciamento sobre as razões do impedimento. Na falta de resposta, a correspondência deve ser reiterada no prazo de 15 ou 30 dias, para que o abandono fique caracterizado. Essa convocação, nos mesmos termos e prazos, pode ser realizada também por telegrama fonado com cópia (que servirá como prova).</p>
<p><em>Considerações finais</em></p>
<p>O prontuário aqui preconizado pode ser realizado por todo e qualquer profissional, podendo ser modificado ou adaptado à sua administração do consultório, desde que atenda às exigências legais para poder ser reconhecido judicialmente. É possível, também, acrescentar ao prontuário básico radiografias panorâmicas, fotografias, vídeos, enfim, tudo o que constituir documentação odonto-legal.</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>
<p>1. Arbenz, G.O (1988) Medicina Legal e Antropologia Forense. Rio de Janeiro: Atheneu<br />
2. Brasil (1966) Lei n 5.081, de 24 de agosto de 1966. Regula o exercício da Odontologia. Diário Oficial, Brasília.<br />
3. Brasil (1973), Lei n 5.991, de 17 de dezembro de 1973. Dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos, e dá outras providências. Diário Oficial, Brasília.<br />
4. Brasil (1991), Resolução CFO 179/91, de 19/12/91. Código de Ética Odontológica. Conselho Federal de Odontologia, Rio de Janeiro.<br />
5. Brasil (1993), Decreto n 793/93. Diário Oficial, Brasília.<br />
6. Brasil (1993), Resolução CFO 185, de 26/04/93. Conselho Federal de Odontologia. Rio de Janeiro.<br />
7. Cardozo, H.F. e Calvielli, I. T. P. (1988). Considerações sobre as receitas odontológicas, Odont. Moderno. 8, 20-3.<br />
8. Daruge, E.; Massini, N. (1978). Direitos profissionais na Odontologia. São Paulo: Ed. Saraiva.<br />
9. Favero, F. * 1973). Medicina Legal, 9 ed. São Paulo, Martins.<br />
10. Neder A C. (1976), Farmacoterapia para cirurgiões-dentistas. 5 edi. Piracicaba: Franciscana.<br />
11. Ramos, D. L. P. e Calvielli, I. T. P (1991). Sugestão de composição de inventário de saúde do paciente. Ver. Odonto. 1, 42-5<br />
12. Silva, M. Compêndio de Odontologia Legal, 1 edição, Rio de Janeiro (RJ), Ed. Medsi.<br />
13. Silva, M. e Calvielli, I.T.P. (1984). Aspectos legais do exercício da Odontologia. In Endodontia: bases para a prática clínica, ed. J.G. Paiva e J.H. Antoniazzi, p.p. 229-37, São Paulo: Artes Médicas.<br />
14. Silva, M.; Moucdcy, A; Reis, D. e Crosato, E. (1977). Um novo conceito em ficha odonto-legal. Ver. Ass. Paul. Cirurg.Dent. 31,5</p>
<p>Fonte: Moacyr da Silva</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/um-alerta-aos-profissionais-os-dez-mandamentos-da-documentacao/">Um alerta aos profissionais: os dez mandamentos da documentação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mulheres conquistam a Odontologia!</title>
		<link>https://www.cursosgapo.com.br/mulheres-conquistam-a-odontologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cursos Gapo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 14:43:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gapo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cursosgapo.com.br/?p=3292</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quantas datas comemorativas: em março, dia internacional da mulher; em abril, Tiradentes, patrono da Odontologia; em maio, dia das mães. E por que não mesclarmos essas datas para conhecermos um pouco sobre as conquistas femininas dessas mães, profissionais e, acima de tudo, mulheres da Odontologia?Comemorado em 8 de março, o Dia Internacional da Mulher foi</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/mulheres-conquistam-a-odontologia/">Mulheres conquistam a Odontologia!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quantas datas comemorativas: em março, dia internacional da mulher; em abril, Tiradentes, patrono da Odontologia; em maio, dia das mães. E por que não mesclarmos essas datas para conhecermos um pouco sobre as conquistas femininas dessas mães, profissionais e, acima de tudo, mulheres da Odontologia?Comemorado em 8 de março, o Dia Internacional da Mulher foi instituído em 1977 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas femininas, além de alertar, combater as discriminações e violências sofridas pelas mulheres em todo o mundo. E não é só na política, no meio artístico, esportes e negócios que a presença feminina vem crescendo significativamente: na área da saúde também. Atualmente, mais de 70% dos formandos em Odontologia e mais de 50% de todos inscritos no CFO são mulheres: uma &#8220;revolução silenciosa&#8221; como muitos denominam, apesar de ainda limitada à representação política e corporativa. O interesse feminino aumentou muito pelo caráter liberal da profissão, por permitir jornada de trabalho flexível e um relativo prestígio social. Isso é mais evidente na área médica e odontológica, profissões até então exercidas quase que exclusivamente por homens, diferentemente da enfermagem, por exemplo, com a predominância feminina. Emeline Roberts Jones foi, provavelmente, a primeira mulher a praticar a Odontologia nos Estados Unidos, tornou-se assistente de seu marido em 1855. Em 1912, foi premiada como membro honorário da Sociedade de Odontologia de Connecticut.</p>
<p>Em 1899, a primeira mulher brasileira recebia o título de cirurgiã-dentista, Isabella Von Sydow. Antes dela, outra brasileira, Antonia d&#8217;Avila, recebeu o título, mas era da Universidade da Pensilvânia, Estados Unidos. As pioneiras na Odontologia são dignas de reconhecimento e admiração, pois quebraram barreiras tradicionais e definiram normas e padrões para outras gerações da &#8220;medicina dentária&#8221;. Assim como a medicina tem Elizabeth Blackwell, a enfermagem tem Florence Nightingale, a Odontologia tem Lucy Taylor Hobbs e Henriette Hirschfeld. Nascida em New York, 1833, Lucy Hobbs Taylor foi considerada a primeira mulher a concluir o ensino odontológico com licenciatura em medicina dentária e posteriormente o doutorado. As mulheres praticavam a Odontologia sem graduação, sob a supervisão de um dentista, e a maioria se limitava a mãe, professora ou enfermeira.</p>
<p>Gradualmente, a Odontologia tornou-se mais popular, principalmente entre as europeias que, impedidas de cursar em seus próprios países, vinham para a América. Entre 1930 e 1940 algumas fizeram pós-graduação de Ortodontia, Odontopediatria; outras escreveram artigos científicos. Assumiam com responsabilidade e credibilidade suas funções, conquistando, inclusive, menções honrosas pelas pesquisas realizadas. A maioria de Universidades dos EUA. Muitas dentistas passaram a atuar em hospitais e faculdades de Medicina Dentária em 1945. Considerada uma profissão tipicamente masculina, a Odontologia foi cada vez mais difundida entre os brasileiros, e no período de 1965 a 1975 houve um &#8220;boom&#8221; do sexo feminino nas faculdades. Quantas datas comemorativas: em março, dia internacional da mulher; em abril, Tiradentes, patrono da Odontologia; em maio, dia das mães. E por que não mesclarmos essas datas para conhecermos um pouco sobre as conquistas femininas dessas mães, profissionais e, acima de tudo, mulheres da Odontologia?</p>
<p>Comemorado em 8 de março, o Dia Internacional da Mulher foi instituído em 1977 pela Organização das Nações Unidas (ONU) para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas femininas, além de alertar, combater as discriminações e violências sofridas pelas mulheres em todo o mundo. E não é só na política, no meio artístico, esportes e negócios que a presença feminina vem crescendo significativamente: na área da saúde também. Atualmente, mais de 70% dos formandos em Odontologia e mais de 50% de todos inscritos no CFO são mulheres: uma &#8220;revolução silenciosa&#8221; como muitos denominam, apesar de ainda limitada à representação política e corporativa. O interesse feminino aumentou muito pelo caráter liberal da profissão, por permitir jornada de trabalho flexível e um relativo prestígio social. Isso é mais evidente na área médica e odontológica, profissões até então exercidas quase que exclusivamente por homens, diferentemente da enfermagem, por exemplo, com a predominância feminina. Emeline Roberts Jones foi, provavelmente, a primeira mulher a praticar a Odontologia nos Estados Unidos, tornou-se assistente de seu marido em 1855. Em 1912, foi premiada como membro honorário da Sociedade de Odontologia de Connecticut. Em 1899, a primeira mulher brasileira recebia o título de cirurgiã-dentista, Isabella Von Sydow. Antes dela, outra brasileira, Antonia d&#8217;Avila, recebeu o título, mas era da Universidade da Pensilvânia, Estados Unidos.</p>
<p>As pioneiras na Odontologia são dignas de reconhecimento e admiração, pois quebraram barreiras tradicionais e definiram normas e padrões para outras gerações da &#8220;medicina dentária&#8221;. Assim como a medicina tem Elizabeth Blackwell, a enfermagem tem Florence Nightingale, a Odontologia tem Lucy Taylor Hobbs e Henriette Hirschfeld. Nascida em New York, 1833, Lucy Hobbs Taylor foi considerada a primeira mulher a concluir o ensino odontológico com licenciatura em medicina dentária e posteriormente o doutorado. As mulheres praticavam a Odontologia sem graduação, sob a supervisão de um dentista, e a maioria se limitava a mãe, professora ou enfermeira. Gradualmente, a Odontologia tornou-se mais popular, principalmente entre as europeias que, impedidas de cursar em seus próprios países, vinham para a América. Entre 1930 e 1940 algumas fizeram pós-graduação de Ortodontia, Odontopediatria; outras escreveram artigos científicos. Assumiam com responsabilidade e credibilidade suas funções, conquistando, inclusive, menções honrosas pelas pesquisas realizadas. A maioria de Universidades dos EUA. Muitas dentistas passaram a atuar em hospitais e faculdades de Medicina Dentária em 1945. Considerada uma profissão tipicamente masculina, a Odontologia foi cada vez mais difundida entre os brasileiros, e no período de 1965 a 1975 houve um &#8220;boom&#8221; do sexo feminino nas faculdades.</p>
<p>Ainda no final dos anos 1990, a maioria dos cirurgiões-dentistas era masculina. A forte presença feminina no mercado de trabalho é consequência da inserção no ensino superior. Cada vez mais ocupavam outras áreas da saúde antes exclusivamente masculinas, chegando em alguns casos à inversão de papéis: temos hoje o &#8220;dono de casa&#8221; em que a provedora do lar é uma mulher, com diversos espaços na sociedade, muitas vezes sem abrir mão da maternidade e cuidados com o lar. Até 2001, segundo o Conselho Federal de Odontologia (CFO), dos 163.630 cirurgiões-dentistas inscritos nos Conselhos Regionais de Odontologia, 51,68% eram mulheres e nas faculdades representavam 64,2% dos graduandos. Desde o início da incorporação da mão-de-obra feminina em massa durante o século XIX, o papel da mulher na sociedade passou por diversas mudanças, inclusive no contexto econômico-cultural e sua busca pela igualdade de direitos sociais. Atualmente representam cerca de 41% da força de trabalho no Brasil; nos Estados Unidos, elas são mais da metade.</p>
<p>Instituída em 01/10/2001, através da Portaria nº 54 /2001, a Comissão Especial da Mulher Cirurgiã-Dentista tem por objetivo promover debates, cursos e outros estudos, visando à atuação feminina na Odontologia e a atuação da profissão em prol da sociedade. De acordo com a Associação Brasileira de Odontologia (ABO), as mulheres são maioria na profissão, cerca de 52%, em 25 dos 27 Estados do Brasil, exceto em Santa Catarina e no Acre. O maior percentual de cirurgiãs-dentistas está na Paraíba, Sergipe e Alagoas, com cerca de 65% cada. Os dados são da pesquisa &#8220;Perfil Atual e Tendências do Cirurgião-dentista Brasileiro&#8221;, da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, em parceria com o Ministério da Saúde e a Organização Panamericana de Saúde, além do apoio da ABO.</p>
<p>A Odontologia confirma uma tendência mundial: conforme dados do CFO, elas representam quase 64% dos profissionais inscritos no país, os homens prevalecem ainda somente nas faixas acima dos 56 anos. O Brasil conta com 19% dos cirurgiões-dentistas do mundo. São quase 220 mil profissionais ao todo; cerca de 57% concentram-se em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, centros onde também prevalecem as mulheres. As melhores rendas estão no Amazonas, Acre, Tocantins, entre outros. Mulheres também são a maioria nas especializações, principalmente na Odontopediatria, com cerca de 85%, além de Saúde Coletiva, Dentística, Odontologia Preventiva, Odontologia do Trabalho, Ortopedia e Ortodontia. Cerca de 140 mil dentistas, ou seja, 2/3 da categoria trabalham como autônomos. Outros 59 mil, dos quais 58% são mulheres, trabalham no SUS, nas equipes do Programa Saúde da Família e nos Centros de Especialidades Odontológicas.</p>
<p>Mulheres gerenciam e cuidam de seus lares e muitas vezes, dos próprios familiares; estudam e se atualizam na profissão. Além disso, são agentes de saúde, com dupla responsabilidade: a de ter uma vida saudável e a de promover a saúde aos pacientes e amigos, familiares.</p>
<p>Essa rotina representa uma ameaça à saúde. Há comprovações científicas que revelam o quanto a mulher moderna passa por processos de estresses severos decorrentes de suas duplas ou triplas jornadas de trabalho, chegando a distúrbios psicológicos, transtornos físicos e até consumo exagerado de álcool, daí a importância do autocuidado e da prevenção.</p>
<p>Como já foi comentado em outras edições, a Odontologia cresce a cada dia, principalmente em relação à equipe auxiliar, e sabemos que a maioria são mulheres, sejam auxiliares ou técnicas de saúde bucal. A oportunidade de crescimento pessoal e profissional é clara quando se percebe que muitas ingressam nas faculdades, principalmente nos cursos noturnos, conciliando trabalho e estudo.</p>
<p>São mulheres batalhadoras que seguem a carreira realmente por amor ao que fazem, gerenciam consultórios próprios ou não, organizam atividades educativas, são pesquisadoras, autoras, professoras, especialistas, atuam em empregos públicos ou privados. Parabéns para todas, que além de dentistas, técnicas ou auxiliares de saúde bucal, são mães, donas de casa, namoradas, companheiras, cuidadoras, provedoras da família, enfim, mulheres!</p>
<p><strong>Marina Montenegro Rojas</strong></p>
<ul>
<li>Cirurgiã-dentista.<br />
Membro da Diretoria da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD Pinheiros) e da Coordenação do Projeto Odontocomunidade &#8211; CIOSP.<br />
Cirurgiã-Dentista do Programa Saúde da Família da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.<br />
Docente da Equipe Biológica nos Cursos para Auxiliares &#8211; APCD e ABO.<br />
Consultora em Odontopediatria do site &#8220;multiplos.com.br&#8221;.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: http://www.odontomagazine.com.br/2012-05-mulheres-conquistam-a-odontologia-11324</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/mulheres-conquistam-a-odontologia/">Mulheres conquistam a Odontologia!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ortodontia para todas as idades</title>
		<link>https://www.cursosgapo.com.br/ortodontia-para-todas-as-idades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cursos Gapo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 14:45:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gapo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cursosgapo.com.br/?p=3280</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Ortodontia é o ramo da odontologia responsável pelo diagnóstico, prevenção, interceptação e tratamento das irregularidades dentais e faciais, chamadas de “maloclusões”. O conceito de maloclusão é muito amplo, mas de uma maneira simples podemos afirmar que quando os dentes não se encaixam corretamente uns aos os outros ou quando os dentes estão dispostos nos</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/ortodontia-para-todas-as-idades/">Ortodontia para todas as idades</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ortodontia é o ramo da odontologia responsável pelo diagnóstico, prevenção, interceptação e tratamento das irregularidades dentais e faciais, chamadas de “maloclusões”.</p>
<p>O conceito de maloclusão é muito amplo, mas de uma maneira simples podemos afirmar que quando os dentes não se encaixam corretamente uns aos os outros ou quando os dentes estão dispostos nos ossos maxilares de tal forma que a estética facial é prejudicada estamos diante de uma maloclusão. Estes problemas podem aparecer em qualquer fase do desenvolvimento da dentição e podem ser causados por vários motivos, dentre os quais a respiração bucal e os hábitos de sucção digital (Chupar dedo) ou de chupeta.</p>
<p>As más oclusões podem, além de prejudicar a auto-estima do paciente, favorecer o aparecimento de diversos problemas como cáries, doenças gengivais, dificuldades na mastigação, deglutição e fonação além de problemas de maior susceptibilidade ao trauma.</p>
<p>Muitos pais têm dúvidas a respeito da evolução da dentição de seus filhos e do momento mais adequado para iniciar qualquer intervenção ortodôntica (uso de aparelhos ortodônticos dentários). O exame precoce de uma criança, a partir dos quatro anos de idade, quando a dentição de leite já está completa, permite que o ortodontista avalie e detecte algum problema ortodôntico e planeje algum tratamento, se necessário. Caso contrário, ele orientará os pais para retornarem num outro momento para nova avaliação.</p>
<p>Da mesma forma, muitas pessoas acreditam que aparelhos ortodônticos são apenas para crianças e jovens. No passado se pensava assim, mas hoje em dia sabemos que isso não é verdade, pois dentes saudáveis podem ser movimentados em qualquer idade. Muitos dos problemas ortodônticos podem ser corrigidos nos adultos, com algumas diferenças em relação aos jovens como o crescimento, que não podemos contar ao nosso favor, e o tempo de tratamento, que dependendo do problema pode ser um pouco aumentado.</p>
<p>A idade não deve ser um fator limitante do tratamento ortodôntico, pois os dentes podem ser movimentados em todas os momentos da vida. Entretanto, a abordagem deve ser diferenciada e direcionada, não por motivos mecânicos, mas sim por motivos biológicos, sociais e psicológicos. Esses aspectos, tão importantes para nortear o tratamento ortodôntico, são definidos e estabelecidos no momento do diagnóstico e plano de tratamento realizado pelo especialista em ortodontia.</p>
<p>Um sorriso bonito e saudável é importante em todas as idades!</p>
<p><strong>SOBRE</strong><br />
A Dra. Raquel Carolina Steinwandter é natural de Florianópolis/SC, formou-se em odontologia pela Universidade do Vale do Itajaí em 1999. Cursou aperfeiçoamento em Ortodontia Preventiva e Interceptativa pela Escola de Aperfeiçoamento Profissional da Associação Brasileira de Odontologia de Santa Catarina, concluindo o curso em 2001. Especializou-se em Ortodontia e Ortopedia Facial na Universidade Federal de Santa Catarina, concluindo o curso em 2005. É registrada como especialista em Ortodontia e Ortopedia facial junto ao Conselho Regional de Odontologia de Santa Catarina, CRO-SC 5410, desde 2005. Dra Raquel é membro efetivo da Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial desde 2006 Concluiu curso de Capacitação e aperfeiçoamento em aparelhos intra-orais para ronco e apnéia, bem como o Curso de capacitação para tratamento de bruxismo dentário . Passando a atuar também na área da odontologia do sono em conjunto com diversos médicos da área da medicina do sono. A preocupação da Dra. Raquel com a atualização é frequente, e pode ser constatada pela sua participação em cursos e palestras, em congressos de ortodontia, e associações de especialistas em Ortodontia em todo o Brasil. Possui trabalhos apresentados e publicados em vários anais de congressos inclusive na 104th American Association of Orthodontists Anual Session.</p>
<p>Fonte: ARTIGO POR Dra. RAQUEL CAROLINA STEINWANDTER</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/ortodontia-para-todas-as-idades/">Ortodontia para todas as idades</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Disfunções Temporomandibulares E O Uso Do RDC/TMD</title>
		<link>https://www.cursosgapo.com.br/disfuncoes-temporomandibulares-e-o-uso-do-rdc-tmd/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cursos Gapo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2013 15:37:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gapo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cursosgapo.com.br/?p=3278</guid>

					<description><![CDATA[<p>As disfunções temporomandibulares (DTM) podem ser definidas como um conjunto de condições dolorosas e/ou disfuncionais, que envolvem os músculos da mastigação e/ou as articulações temporomandibulares (ATM)1. Estas condições não possuem etiologia ou justificativa biológica comum e, desta forma, caracterizam um grupo heterogêneo de problemas de saúde2. De acordo com a Academia Americana de Dor Orofacial,</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/disfuncoes-temporomandibulares-e-o-uso-do-rdc-tmd/">Disfunções Temporomandibulares E O Uso Do RDC/TMD</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As disfunções temporomandibulares (DTM) podem ser definidas como um conjunto de condições dolorosas e/ou disfuncionais, que envolvem os músculos da mastigação e/ou as articulações temporomandibulares (ATM)1. Estas condições não possuem etiologia ou justificativa biológica comum e, desta forma, caracterizam um grupo heterogêneo de problemas de saúde2.</p>
<p>De acordo com a Academia Americana de Dor Orofacial, DTM é definida como um termo coletivo que engloba um grande número de problemas clínicos, os quais afetam os músculos mastigatórios, a articulação temporomandibular (ATM) e estruturas associadas3. Sinais e sintomas comuns da DTM são os ruídos na ATM, a limitada capacidade de abertura da articulação, os desvios nos padrões de movimentos da mandíbula e dos músculos mastigatórios e/ou dor orofacial4.</p>
<p>As disfunções dos músculos da mastigação são a causa principal de origem de dor não dentária na região orofacial. A dor descrita como dor facial, cefaleia ou dor de ouvido, comumente exacerbada pela função da mandíbula, é, em geral, a principal queixa do paciente e a causa mais comum para buscar tratamento5,6.</p>
<p>As DTMs são frequentemente acompanhadas por dores de cabeça recorrentes e dores em região cervical, apresentando incidência tão acentuada e grande quantidade de sinais e sintomas associados, tais como espasmo muscular, dor reflexa, dificuldade de movimentação articular, crepitação, cefaleia e distúrbios auditivos7.</p>
<p>Dentre os tratamentos fisioterapêutico indicados para DTM, destacam-se: exercícios, massagem, estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS), ultrassom e laser5,8,9,10. O tratamento das Disfunções Temporomandibulares (DTM) objetiva ser conservador e reversível para alívio da dor e restauração da função normal5.</p>
<p>Um fator etiológico é necessário se a patologia em questão nunca puder acontecer na ausência deste fator. Já um fator etiológico é considerado suficiente quando sua presença sempre levar ao surgimento de determinada patologia. Os fatores etiológicos para desordens dolorosas crônicas como, por exemplo, as DTM, usualmente não podem ser considerados isoladamente necessários ou suficientes, e sim como parte de um conjunto suficiente de causas11.</p>
<p>Estudos sobre a influência das parafunções na dor orofacial são ainda limitados, porém indicam que o início das DTMs dolorosas possivelmente esteja relacionado ao acúmulo de carga proveniente de hábitos parafuncionais sobre as estruturas do sistema estomatognático. Pesquisas têm sido desenvolvidas no intuito de estabelecer a relação entre parafunções orais e o início ou agravamento de dores orofaciais, mais especificamente da dor muscular mastigatória e artralgia temporomandibular, acompanhada ou não de alterações degenerativas12,13. Segundo MacFarlane et al.14 as parafunções diurna e do sono foram significativamente associadas à dor orofacial, como à dor articular e à dor durante a mastigação.</p>
<p>Depositou-se nas más oclusões um papel prioritário no desenvolvimento das DTM’s. Estes conceitos foram sedimentados pelo sucesso relativo das terapias oclusais, sejam estas reversíveis ou irreversíveis. Contudo, a relação entre estas variáveis necessita de confirmação científica15.</p>
<p>O RDC/TMD é um instrumento de avaliação, desenvolvido por um grupo de pesquisadores clínicos e epidemiológicos, com o objetivo de criar um conjunto de critérios de diagnóstico para classificar e tratar os indivíduos com DTM. É destinado à pesquisa e permite uma avaliação multidimensional da dor crônica advinda da DTM, incluindo variáveis clínicas, bem como fatores socioeconômicos que podem influenciar o resultado do tratamento (nível educacional, renda, idade, impacto da dor crônica, etc.). Ele se baseia no fato de que não somente fatores clínicos, como também fatores de ordem sistêmica e psicossocial em pacientes com desordens temporomandibulares podem ser utilizados como fatores prognósticos16,17.</p>
<p>O RDC/TMD é composto por um sistema duplo de eixos de diagnóstico e de classificação destinado para a pesquisa clínica da DTM, que inclui não só métodos para classificação física dos diagnósticos de DTM (apresentados em seu Eixo I), mas também métodos para avaliar a intensidade e severidade da dor crônica e os níveis de sintomas depressivos e físicos não-específicos (apresentados em seu Eixo II)18.</p>
<p>O Eixo I do RDC/TMD se refere às condições físicas apresentadas na DTM e tem por objetivo estabelecer critérios diagnósticos padronizados para serem usados em pesquisas científicas18.</p>
<p>A principal implicação na adoção do RDC/TMD nos serviços de atendimento em Oclusão e DTM é o fato deste índice determinar se a condição de DTM do paciente é predominantemente muscular, articular inflamatória ou articular degenerativa. Além de nos determinar com clareza os componentes do sistema Estomatognáticos mais afetados em cada caso e podermos traçar leituras para pesquisa e caminhos durante o tratameto clínico.</p>
<p>No Brasil, o questionário RDC/TMD: Eixo II foi traduzido para a língua portuguesa por Pereira et al., passou por um processo de adaptação cultural e validação de face por Kosminsky et al., e em seguida foi realizada a validação convergente e discriminante por Lucena et al., sendo considerado reprodutível e válido, viabilizando seu emprego em pesquisas na população brasileira16.</p>
<p>O índice RDC/TMD para o estudo das desordens têmporo mandibulares fornece ao profissional da odontologia o conjunto de dados necessários para diagnóstico dos componentes do aparelho estomatognático envolvidos na condição da DTM, e principalmente, suporta dados necessários a pesquisas sobre o assunto com validação clínica e científica internacional.</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong><br />
1 &#8211; Goldstein BH. Temporomandibular disorders: a review of current understanding. Oral Surg. Oral Med. Oral Pathol. Oral Radiol. Endod. 1999; 88:379-385.<br />
2 &#8211; National Institute of Health. Technol assess statement. management of temporomandibular disorders. [S. l.], 1996.<br />
3 &#8211; Okeson JP. Temporomandibular disorders in children. Pediatr Dent. 1989 Dec; 11(4):325-33.<br />
4 &#8211; Dworkin, SF, Leresche L. Research diagnostic criteria for Temporomandibular disorders: review, criteria, examinations and specifications, critique. J Craniomandib Disord, Lombard. 1992 Apr; 6(4):301-355.<br />
5 &#8211; Kato MT, Kogawa EM, Santos CN, Conti PCR. TENS and low-level laser therapy in the management of temporomandibular disorders. Journal of Applied Oral Science: Revista FOB. 2006;14(2):130-5.<br />
6 &#8211; McNeely ML, Olivo SA, Magee DJ. A systematic review of the effectiveness of physical therapy interventions for temporomandibular disorders. Phys Ther. 2006;86(5):710-25.<br />
7 &#8211; Detamore MS, Athanasiou KA. Structure and function of the temporomandibular joint disc: implications for tissue engineering. J Oral Maxillofac Surg. 2003;61(4):494-506.<br />
8 &#8211; Cappelini VK, Souza GS, Faria CRS. Massage therapy in the management of myogenic TMD: a pilot study. J Apllied Oral Sci. 2006;14(1):21-6.<br />
9 &#8211; Furto ES, Cleland JA, Whitman JM, Olson KA. Manual physical therapy interventions and exercise for patients with temporomandibular disorders. Cranio. 2006;24(4):283-91.<br />
10 &#8211; Rodrigues D, Siriani AO, Bérzin F. Effect of conventional TENS on pain and eletromyographic activity of masticatory muscles in TMD patients. Braz Oral Res. 2004;18(4):290-5.<br />
11 &#8211; Rothman KJ. Modern epidemiology. Boston: Little Brown, 1986.<br />
12 &#8211; Glaros AG, Tabacchi KN, Glass EG. Effect of parafunctional clenching on TMD. J. Orofac. Pain, Carol Stream. 1998; 12(2):145-152.<br />
13 &#8211; Molina OM, Santos J, Mazzetto M, Nelson S, Nowlin T, Mainieri ET. Oral jaw behaviors in TMD and bruxism: a comparison study by severity of bruxism. J. Craniomandibular Pract., Chattanooga. 2001; 19(2):114-122.<br />
14 &#8211; Macfarlane TV, Blinkhorn AS, Davies RM, Worthington HV. Association between local mechanical factors and orofacial pain: survey in the community. J. Dent., Bristol. 2003; 31(8):535-542.<br />
15 &#8211; Tesch RS, Ursi WJS, Denardin OVP. Bases epidemiológicas para análise das más oclusões morfológicas como fatores de risco no desenvolvimento das desordens temporomandibulares de origem articular. R Dental Press Ortodon Ortop Facial 41 Maringá, 9(5), p. 41-48, set./out. 2004.<br />
16 &#8211; Cavalcanti RF, Studart LM, Kosminsky M, Góes PSA. Desenvolvimento da versão multimídia do questionário “Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular disorders: Axis II (RDC/TMD)” em português. Rev. odonto ciênc. 2008;23(4):388-391.<br />
17 &#8211; Grossi DB, Chaves TC. Physiotherapeutic treatment for temporomandibular disorders (TMD). Brazilian Journal of Oral Science. 2004;3(10):492-7.<br />
18 &#8211; Maydana AV, Tesch RS, Demardin OVP, Ursi WJS, Dworkin SF. Possíveis fatores etiológicos para desordens temporomandibulares de origem articular com implicações para diagnóstico e tratamento. Dental Press J Orthod 2010 May-June;15(3):78-86.</p>
<p>Fonte: ARTIGO POR THIAGO FERNANDO DE ARAÚJO SILVA &#8211; SEXTA-FEIRA, 30 DE AGOSTO DE 2013</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/disfuncoes-temporomandibulares-e-o-uso-do-rdc-tmd/">Disfunções Temporomandibulares E O Uso Do RDC/TMD</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tomografia Computadorizada De Feixe Cônico Usado Na Odontologia</title>
		<link>https://www.cursosgapo.com.br/tomografia-computadorizada-de-feixe-conico-usado-na-odontologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cursos Gapo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 15:46:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gapo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.cursosgapo.com.br/?p=3276</guid>

					<description><![CDATA[<p>A tomografia realizada no âmbito da odontologia é denominada de Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico ou Tomografia Cone Beam, neste método a imagem é reproduzida a partir de raios X que alcança todo o complexo maxilo mandibular em qualquer um de seus três eixos de espaço. O exame tem um custo mais baixo do que</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/tomografia-computadorizada-de-feixe-conico-usado-na-odontologia/">Tomografia Computadorizada De Feixe Cônico Usado Na Odontologia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tomografia realizada no âmbito da odontologia é denominada de Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico ou Tomografia Cone Beam, neste método a imagem é reproduzida a partir de raios X que alcança todo o complexo maxilo mandibular em qualquer um de seus três eixos de espaço.</p>
<p>O exame tem um custo mais baixo do que os outros métodos de tomografia, de tamanho compacto que se assemelha com o equipamento de radiografia panorâmica convencional. Há dois principais constituintes do Cone Beam que estão localizados nos extremos contrários da cabeça que emitem os feixes de raio X .</p>
<p>O aparelho executa um giro de 360° em torno do paciente, uma grande vantagem do equipamento é a possibilidade de em apenas uma imagem. A tomografia Cone Beam tem como grande diferencial procurado pelos dentistas a alta qualidade das imagens e grandeza dos detalhes.</p>
<p>Esse tipo de tomografia está muito ligado no auxílio de análises para a implantodontia, porém pode ser utilizada em variáveis situações como na localização dos elementos dentais inclusos, avaliação do grau de reabsorção radicular de dentes adjacentes a caninos retidos, avaliação da relação de dentes inclusos com acidentes anatômicos, auxiliar no diagnóstico e delimitação das lesões patológicas e etc.</p>
<p>Fonte: ARTIGO POR COLUNISTA PORTAL &#8211; SAÚDE</p>
<p>O post <a href="https://www.cursosgapo.com.br/tomografia-computadorizada-de-feixe-conico-usado-na-odontologia/">Tomografia Computadorizada De Feixe Cônico Usado Na Odontologia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.cursosgapo.com.br">Cursos Gapo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
